Lar dos Velhinhos Maria de Madalena

O Lar dos Velhinhos Maria Madalena é uma das Instituições sem fins lucrativos mais antigas do Distrito Federal,  fundada em 1980 pelo nosso querido irmão Jorge Cauhy Júnior (fundador), junto com a comunidade espirita do Centro Espírita Sebastião, “O Mártir” (Cesom). Temos como missão o acolhimento digno e fraternal de  idosos de ambos os sexos em situação de vulnerabilidade social, dando atendimento integral nas áreas de saúde, higiene, alimentação, medicamentos e habitação.
Somos uma ILPI (Instituição de longa Permanência de idosos), reconhecida pelos mais de 37 anos de atuação e contamos com a participação voluntária administrativa de diretores e presidente, composta por membros do CESOM, assim como de voluntários, somados com  a colaboração de parceiros e da comunidade em geral.​

Lançamento da Pedra Fundamental – 20 de Janeiro de 1978

Às 10 horas teve início a solenidade de lançamento da Pedra Fundamental, simbolicamente lançada a semente do primeiro marco, da primeira estaca, do Lar dos Velhinhos Maria Madalena.

Estiveram presentes o Governador do Distrito Federal Engenheiro Elmo Serejo, Dr. Mário de Almeida, Dirigente do cerimonial, o arquiteto César Barney autoridades do governo, secretários de estado, senadores, Administradores das Cidades-Satélites, Dirigentes de Centros Espíritas de Brasília, empresários, comerciantes, imprensa, confrades e confreiras espíritas, representantes das diferentes comunidades religiosas do Núcleo Bandeirante e o povo em geral, ao som da Banda Marcial da Polícia Militar em seu traje de gala.

Palavras de Cauhy

      “Houve troca de saudações, de abraços. A alegria pairava por sobre todos os presentes, contagiando indistintamente os adultos, autoridades e crianças. Até a natureza parecia compartilhar da nossa euforia. O dia estava lindo. O verde das árvores Luzia aos raios solares como se as folhas fossem de esmeralda”.

     “Fiz emocionado discurso em que às lágrimas de alegria se uniram às de saudade de companheiros ausentes, desencarnados ou que abandonaram a obra, para tristeza nossa. Em todos os instantes o meu proferimento, sentia a presença amiga da Espiritualidade dando-me forças, inspirando-me. Confesso que até hoje não sei como dei conta de falar naquele dia”.